Li muitos livros sobre a morte, sobre curas naturais, sobre curas físicas a partir da cura da alma e da mente. Mesmo assim, os tratamentos só funcionam se o doente quer e acha que vale a pena viver.
Igualmente, a vontade de Deus é factor imperativo sobre a nossa vontade, de curar e de ser curado.
Fosse qual fosse o motivo da progressão tivemos de aceitar, porque não se pode pressionar o doente. Insistir pode fazê-los sofrer mais. Comecei a preparar a mãe, dizendo-lhe que não tivesse medo, nem de partir nem de ficar. Continuei a fazer-lhe Reiki. Isto acalmava-a.
A medicina ocidental tem apenas 300 anos, e é de caractér correctivo. A medicina oriental tem 5000 anos e um caractér preventivo, registam-se muitos menos casos de doenças graves, como as conhecidas hoje no mundo ocidental e a longevidade média do índividuo é superior à ocidental. Em paralelo, têm uma visão da vida e da morte totalmente diferente, aceitando e celebrando a morte de forma mais natural e saudável, e o doente é acompanhado com rituais que o ajudam a despedir-se da vida com dignidade e sem medos.
É de notar que em todos os países nos quais tenho amigos ou conhecidos que lidaram com uma situação de cancro, as coisas não são particularmente melhores que em Portugal. No entanto, simplesmente na vizinha Espanha, aplicam-se tratamentos do sistema imunitário aos doentes e o Reiki já começa a ser utilizado para aliviar a dor e a ansiedade nos doentes com cancro, essencialmente em fase terminal.
No centro da Europa, no Luxemburgo, na Suiça, na Alemanha, os cataplasmas de argila e a terapia de Reiki, entre outros tratamentos naturais, estão instituidos nos protocolos de tratamento de alguns hospitais, e como tal são práctica comum.
Tenho tido acesso a alguns casos de amigos e conhecidos, diagnosticados em Portugal dados como doentes terminais no IPO de Lisboa, que meses e anos depois continuam vivos ou em tratamento em Espanha.
Por isso decici, para mim, que se um dia tiver esta doença não farei tratamentos em hospitais. Perdi confiança no sistema médico tradicional. Fiquei com a impressão de que os médicos têm mais medo de certas doenças do que o paciente ou os familiares. Não transmitem segurança ao paciente e nenhum se esforça por fazer uma diferença e ajudar o doente a melhorar ou a ter realmente qualidade de vida. No caso dos cancros do pancrêas e do fígado, não há quase investimento para investigação e é um dos cancros com maior taxa de mortalidade, mais doloroso e difícil. Depois do sucedido com a mãe, chegámos todos à conclusão de que se ela tivesse tentado tratamento por exemplo na clinica Pedro Choy ou com productos naturais, senão se tivesse curado, pelo menos teria sofrido menos e teria partido com mais dignidade.
No entanto, um cancro é um cancro, uma acumulação de células malignas que têm de ser desbloqueadas, preferentemente com medicação natural que ajude o doente a recuperar as suas defesas.
Se um índividuo, há muito tempo anda triste ou com problemas, se vive constantemente com mudanças de humor e alterado, pode querer dizer que há alguma situação na sua vida que deve ser resolvida ou pode acabar em doença, um cancro, uma depressão, um estado de patologia mental, não importa qual, será sempre a forma de escape. Pode levá-lo à morte se não a quiser resolver ou se tiver realmente chegado a sua vez.
Este blog é um desabafo, uma partilha de informação que esperamos que sirva de luz para os que estejam a passar por esta situação de momento ou no futuro.